Um blogue pessoal mas... transmissível

13
Mar 09

 

Vem este post/pensamento a propósito de estarmos a viver mais uma sexta-feira 13 (a segunda deste ano), considerado um dia aziago pelos supersticiosos. Devo dizer que nunca liguei a crendices deste género mas respeito quem sente arrepios só de pensar neste dia. Para os mais supersticiosos, ainda há outra sexta-feira 13, lá para Novembro… O que me levou a escrever este post é a imensa popularidade que por via desta superstição alcançou um filme com o mesmo título: "Sexta-feira 13", cuja premissa radica precisamente no dia da má sorte. "Sexta-feira 13" já conta com 11 filmes, além de uma série de televisão, revistas de banda desenhada e "merchandising" diverso. Nunca gostei de filmes de terror mas ainda tive estômago para ver "Sexta-feira 13: Parte IX", estreado no (longínquo) ano de 1993. A propaganda quis fazer crer que seria o último da saga e por isso, com alguma curiosidade e à falta de melhor para fazer, resolvi assistir ao meu primeiro "Sexta-feira 13". Como nos filmes anteriores, a estrela é o "serial-killer" de nome Jason Vorhees, que, com a sua máscara de jogador de hóquei, se tornou uma figura incontornável do cinema de terror. Com algum esforço – afinal já lá vão 16 anos… - recordo que Jason é dado por morto depois de uma emboscada que lhe foi montada pela polícia. Mas, como não podia deixar de ser num filme de terror, o mal encontra sempre um meio de voltar. Uma vez na morgue, o médico legista é possuído pelo espírito demoníaco do "serial-killer" e passa a assumir vários rostos e formas com o objectivo de encontrar uma irmã para depois a matar e, assim, poder renascer. Lembro-me que achei o filme péssimo, uma trama sem qualquer sentido. Para quem já não gostava do género, não foi com aquele filme que passou a gostar…

 

 


11
Mar 09

 

Quando penso em Tina Turner penso também nas qualidades que fizeram desta senhora um símbolo da música pop/rock das últimas décadas: uma personalidade fortíssima, uma voz poderosa, uma inconfundível presença em palco, inúmeros sucessos e espectáculos... Hoje escolhi uma música intemporal, "Missing You", original de John Waite, na versão de Tina Turner, uma das faixas do álbum "Wildest Dreams", editado em 1996. Para quem sente como eu a falta de alguém que ama...

 

 

 


07
Mar 09

 

Goo Goo Dolls é uma banda de rock alternativo dos Estados Unidos, formada em 1986 na cidade de Buffalo (na altura, intitulados Sex Maggots). Os membros da banda são Johnny Rzeznik (voz e guitarra), Robby Takac (baixo e voz) e Mike Malinin (substituto de George Tutuska na bateria). No final da década de 90, a banda tornou-se bastante conhecida pela música "Iris", integrada na banda sonora do filme "Cidade dos Anjos" e uma das faixas do álbum "Dizzy Up the Girl", editado em 1998.

 

 

 


03
Mar 09

 

Sade Adu. Outra cantora de origem nigeriana, cuja música sempre fez as minhas delícias. Hoje apetece-me recordar "Paradise", um single retirado do álbum "Stronger Than Pride", editado em 1988.

 

 

 


12
Fev 09

 

Só porque eu tive uma infância assim e sou do tempo em que era mais divertido ser criança, reescrevo aqui o email que recebi.

 

Nasceste antes de 1986? Então, lê isto. Se não, lê na mesma...

 

Nascidos antes de 1986.
1. De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípios de 80, não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas, em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.
2. Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas "à prova de crianças" ou fechos nos armários.
3. Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.
4. Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags; viajar à frente era um bónus.
5. Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem.
6. Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora.
7. Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso.
8. Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões. Depois de acabarmos num silvado, aprendíamos.
9. Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer.
10. Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.
11. Não tínhamos Play Station ou X Box.
12. Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet.
13. Tínhamos amigos. Se os quiséssemos encontrar íamos à rua.
14. Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía!
15. Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal.
16. Havia lutas com punhos mas sem sermos processados.
17. Batíamos às portas de vizinhos, fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.
18. Íamos a pé para casa dos amigos.
19. Acreditem ou não íamos a pé para a escola; não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.
20. Criávamos jogos com paus e bolas.
21. Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem; eles estavam do lado da lei.
22. Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre: os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas.
23. Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo isso.

 

És um deles? Parabéns! Passa esta mensagem a outros que tiveram a sorte de crescer como verdadeiras crianças, antes de governos e juristas regularem as nossas vidas, "para nosso bem". Para todos os outros que não têm a idade suficiente, pensei que gostassem de ler acerca de nós. Isto, meus amigos, é surpreendentemente medonho... E talvez ponha um sorriso nos vossos lábios...

 

A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades nasceu em 1986, ou depois. Nunca ouviram "We are the world" e "Uptown girl" conhecem de Westlife e não de Billy Joel. Nunca ouviram falar de Rick Astley, Bananarama ou Belinda Carlisle, entre muitos outros. Para eles, sempre houve uma só Alemanha e um só Vietname. A SIDA sempre existiu. Os CD's sempre existiram. O Michael Jackson sempre foi branco. O John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo tivesse sido um deus da dança. Acreditam que "Missão impossível" e "Anjos de Charlie" são filmes do ano passado. Não conseguem imaginar a vida sem computadores. Não acreditam que houve televisão a preto e branco.

 

Agora vamos ver se estamos a ficar velhos:


1. Entendes o que está escrito acima e sorris.
2. Precisas de dormir mais depois de uma noitada.
3. Os teus amigos estão casados ou a casar.
4. Surpreende-te ver crianças tão à vontade com computadores.
5. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis.
6. Lembras-te da "Gabriela" (a primeira vez).
7. Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos.
8. Vais encaminhar este email para outros amigos porque achas que vão gostar.

 

SIM, ESTÁS A FICAR VELHO, mas tivemos uma infância do caraças... lol!!!

 

publicado por Pensador Insuspeito às 12:31

07
Fev 09

 

Não era disto que eu queria falar-vos neste post mas já que insistem, eu confesso que sim, que já fiz sexo numa casa de banho pública. Eu bem sei que não é um local muito confortável nem higiénico mas acreditem que o desafio que isso representa é aliciante. É que os níveis de adrenalina no sangue aumentam na proporção directa do medo de sermos descobertos e apanhados em pleno acto. Ainda assim foi uma única e gloriosa vez, já lá vão uns anitos, era eu pouco mais que um teenager inconsciente e em fase de afirmação da minha sexualidade. Naquela pachorrenta tarde de "quase-verão", reparei que um rapaz, por sinal lindo de morrer, passou boa parte do tempo a perseguir-me pelos corredores da faculdade. As aulas já tinham terminado e naquela tarde aproveitei para reunir alguma bibliografia indispensável para as frequências e exames que se aproximavam. A princípio, não me apercebi logo que aquilo era um engate, mas com o passar do tempo comecei a notar que para onde quer que eu fosse, ele também ia. Foi então que uma necessidade inadiável me levou à casa de banho e não é que o miúdo me seguiu até lá. Daí até trocarmos dois dedos de conversa e termos uma boa sessão de sexo oral foi um pequeno passo. Devem pensar que eu era tarado ou algo parecido, mas no calor do momento não se pensa em mais nada. Infelizmente, a vida trocou-nos as voltas e depois de concluída a licenciatura nunca mais soube do R.. Ainda assim, continuo a guardá-lo com todo o carinho no baú das minhas recordações.

 

Mas o que me levou a escrever algo sobre WC's públicos foi uma coisa que me intriga há muitos anos. Não é coisa para me tirar o sono mas põe-me a pensar sempre que tenho necessidade de recorrer a uma casa de banho pública. Refiro-me à panóplia de declarações de amor, contactos telefónicos, insultos e desenhos mais ou menos pornográficos que as portas das nossas casas de banho públicas ostentam orgulhosamente, desde centros comerciais a escolas e universidades. É que não se percebe muito bem o porquê da escolha daquele preciso local para tais pensamentos e desabafos. Ora vejamos. Com efeito, de que vale ao Manuel escrever na porta do WC masculino que ama muito a Maria, se a Maria provavelmente nunca vai lá entrar? E que consequências pode ter o insulto que o José resolve lançar sobre o António senão a de mostrar a imensa cobardia de quem recorre a tal expediente? Mas o que mais me agrada nessas visitas humanamente necessárias é a quantidade infinita de números de telemóvel que por ali se expõem aos olhares mais curiosos. Por isso, nada melhor que uma ida frequente a qualquer casa de banho pública para aumentarmos a nossa rede de contactos sociais! É também muito interessante que este Hi5 versão WC público incentive ao amor com o mesmo sexo... Em tempos, até eu me senti tentado a usufruir deste autêntico serviço público mas nunca o fiz por duvidar da autenticidade de propostas tão sedutoras...

 

Em conclusão, devo confessar-vos que, após tantos anos a frequentar esses locais, continuo sem perceber as razões que estão por trás de tal comportamento. Mas pensando melhor, os fãs das confidências em WC's públicos ainda não devem ter descoberto as imensas potencialidades que lhes são oferecidas por estas modernices da Internet. Por isso, cheguei à conclusão de que por nunca ter escrito em portas de WC's públicos precisei de criar este blog... É que tinha de colocar os meus pensamentos e desabafos em qualquer lado e as portas das casas de banho públicas nunca foram uma alternativa...

 


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Gostei imenso do teu texto.Parabéns! Abraço.
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